sexta-feira, 13 de julho de 2012

terça-feira, 26 de junho de 2012

Gente o Chá de bebê do Isaac foi dia 24/06/2012, ganhou muitas coisas mesmo e lindas !! Valeu a pena !! 






segunda-feira, 11 de junho de 2012

Contrações na Gravidez


O que são as tais contrações falsas, de treinamento ou de Braxton-Hicks?
Lá pela metade de sua gravidez, às vezes até antes, você pode notar que os músculos do seu útero deixam sua barriga dura, o que dura de 30 a 60 segundos. Nem todas as mulheres sentem essas contrações, que surgem aleatoriamente e costumam ser indolores.
Elas recebem o nome de contrações de treinamento, contrações "falsas" ou contrações de Braxton-Hicks, em homenagem ao médico inglês John Braxton Hicks, que as descreveu pela primeira vez em 1872.
Os especialistas acreditam que elas sejam uma espécie de treino do corpo para o trabalho de parto, e que colaborem para o processo de "apagamento" do colo do útero (que vai ficando mais fino) e para a dilatação.

Como vou saber a diferença entre as contrações de treinamento e as contrações de verdade?
A maioria das grávidas de primeira viagem faz essa pergunta, e a resposta mais adequada, a que recebem dos médicos e de quem já passou por isso, chega a dar raiva: "Você vai saber quando for trabalho de parto de verdade". Mas eles estão certos. As contrações verdadeiras são bem mais longas, além de mais regulares, mais frequentes e mais doídas que as de treinamento.
A dor do parto também vai aumentando em frequência, duração e intensidade com o tempo, enquanto as "falsas contrações" são imprevisíveis, e não chegam a pegar ritmo. Ou seja: o ritmo é o mais importante, preste atenção nele.

Contrações no segundo trimestre da gestação



Durante a segunda metade da gestação é comum as gestantes sentirem as chamadas contrações de Braxton-Hicks, descritas como uma pressão ou endurecimento da barriga. São consideradas normais. Se você deitar ou tomar um banho relaxante, esse tipo de contração passa. “Se isso não acontecer e a contração vier acompanhada de cólica semelhante à menstrual, continuando com uma certa freqüência, trata-se do trabalho de parto”, explica o obstetra Alcides Vara. Infecções e algumas causas desconhecidas podem levar o útero a começar as contrações antes da hora. Dependendo da maturidade do bebê, o médico pode optar por adiantar o parto ou segurar a gravidez com medicamentos até o bebê ter condições de nascer. O importante é agir rapidamente, como fez a oftalmologista Sandra. Na 32ª semana da gravidez, ela notou que as contrações que já vinha sentindo tornaram-se muito freqüentes. “Elas vinham de hora em hora. Avisei o médico e fui para o hospital, já em trabalho de parto”, lembra. Não foi descoberta a causa da antecedência. Sandra ficou internada por dez dias, em repouso e tomando medicamentos para inibir o parto. As contrações passaram, Gabriel sossegou, amadureceu e nasceu na hora certa, com 39 semanas.

E se as contrações de Braxton Hicks começarem a doer?
À medida que sua gravidez avança, esse tipo de contração pode ficar mais intensa, e é possível que doa. Quando elas começarem a ficar mais fortes e frequentes, você pode até achar que o trabalho de parto começou para valer, mas o tempo passa e elas continuam irregulares em termos de intensidade, frequência e duração -- e podem até desaparecer completamente, levando você à loucura.
São os chamados alarmes falsos. Se você sentir que suas contrações estão diminuindo ou se espaçando, provavelmente elas não passaram de contrações de Braxton Hicks (ou falso trabalho de parto).
Uma sugestão é usar as contrações de treinamento para praticar técnicas de respiração que vão ajudá-la no parto vaginal.

O que eu devo fazer se elas ficarem doloridas?
Muitas mulheres acabam notando que as contrações vêm com mais frequência quando elas fazem alguma atividade física, mesmo que seja tirar as compras do carro. Outras percebem que a bexiga cheia demais deflagra contrações de treinamento.
Se você se sentir desconfortável, faça xixi, em primeiro lugar, e depois ou se deite ou dê uma caminhada, o que funcionar melhor para você. Um banho morno às vezes também é benéfico.
Tomar um copo d'água pode ajudar a reduzir a frequência das contrações de Braxton Hicks, pois especialistas acreditam que elas podem ser incentivadas pela desidratação. Em geral, a falta de líquido torna seu útero mais sensível e irritável -- outro bom motivo para beber muito líquido durante a gravidez.

Quando devo ligar para o médico?
Telefone para o médico ou procure orientações se suas contrações forem acompanhadas de secreção vaginal parecida com água ou com sangue.
Se você não tiver completado 37 semanas, procure o médico se as contrações forem acompanhadas de dores na parte baixa das costas, se você sentir mais de três contrações em uma hora ou se elas estiverem acontecendo em intervalos regulares -- são sinais de trabalho de parto prematuro.
Se você já está com mais de 37 semanas, só precisa ligar para o médico quando suas contrações durarem cerca de 60 segundos cada uma e acontecerem a um intervalo de cinco em cinco minutos -- exceto se você tiver um histórico de parto rápido ou se morar muito longe do hospital. Nesses casos, é melhor procurar orientação se as contrações estiverem regulares, independentemente do intervalo.




5 coisas sobre o sono na gravidez


1. CADA UM COM SEU SONO A tendência é que você se sinta mais sonolenta graças à queda de pressão, natural no período. Mas isso varia de caso para caso. Quem sofre com insônia pode se beneficiar na gravidez.
2. PROFUNDIDADE O número de horas que você dorme pode ser irrelevante se o estágio de sono profundo não for atingido. Para tanto, é preciso ter um sono tranquilo, sem interrupções.
3. ALIMENTAÇÃO Estômago e intestino ficam mais preguiçosos durante a gestação. Você dormirá melhor se optar por refeições leves à noite.
4. POSIÇÃO DELICADA No início da gestação, durma como preferir. Quando a barriga crescer, opte por dormir virada para o lado esquerdo, pois isso favorece a oxigenação do bebê.
5. ELE FICA ACORDADO É comum que o feto se mexa enquanto você dorme. Durante o sono, o ambiente intrauterino fica melhor para ele se desenvolver, graças aos hormônios que você libera.
Fonte: Claudio Basbaum, obstetra do Hospital São Luiz (SP); e Rogério Moreno, obstetra da Maternidade Pro Matre (SP)

Medos comuns na gravidez



A gravidez, apesar de ser uma das coisas mais naturais da vida, é cheia de incertezas, inclusive para celebridades. A atriz Juliana Paes confessou em entrevista ao Fantástico, da rede Globo, que fica insegura pensando se está tudo bem: “A primeira gravidez deixa a gente meio tensa. Será que está tudo bem? Será que é uma gestação saudável"? E, como dez entre dez futuras mães querem que tudo seja perfeito, é normal surgirem inúmeros receios, do início ao fim. A favor das gestantes, porém, estão as pesquisas e estatísticas médicas. Veja, a seguir, dezenas de argumentos para você poder respirar mais aliviada.
1. E se eu sofrer um aborto espontâneo?
O risco de aborto é de cerca de 20%, sendo que a maior parte ocorre ainda no primeiro trimestre da gravidez. Em outras palavras, a imensa maioria das gestações prossegue sem maiores problemas até o fim. As causas continuam um mistério para a medicina. No entanto, por mais traumático que a experiência seja para os pais, é provável que o embrião que foi descartado naturalmente pelo organismo tivesse alguma malformação que o impediu de sobreviver. Além disso, os especialistas garantem que o evento não está relacionado ao comportamento da mãe. Por isso, não há motivo para culpa.
Outra boa notícia é que um pré-natal benfeito garante o controle de doenças como diabetes e pressão alta, o que também ajuda a diminuir o risco de aborto. Álcool, cigarro e outras drogas em geral, não custa lembrar, também podem interferir na evolução da gravidez.
2. Ando muito estressada: será que isso vai fazer mal para o bebê?
A montanha-russa de hormônios da gravidez altera o humor até das mais tranquilas. As novidades – e desafios – dessa fase também são motivo de ansiedade. O estresse, de fato, pode comprometer sua saúde, alterando o sono e o sistema imunológico, por exemplo. Mas os problemas do dia a dia, em geral, não vão afetar o bebê. Ele não sente tudo o que você sente – raiva, tristeza, dor – ao pé da letra. E mesmo que você enfrente situações difíceis ao longo da gestação, tudo depende da maneira que encara os problemas. Se for o caso, o obstetra vai recomendar alguns dias de licença ou até mesmo férias.
3. Os enjoos estão acabando comigo... Tenho medo que o bebê não receba alimento suficiente
Durante o período em que acontecem os enjoos, ou seja, no primeiro trimestre da gestação, a quantidade de nutrientes que o bebê precisa ainda é desprezível. A não ser em casos mais graves, quando a grávida sofre de desnutrição crônica, tem pouca gordura corporal ou vive em situação de pobreza extrema, por exemplo, os enjoos não vão afetar o bebê. Se forem muito intensos, a ponto da mãe emagrecer, o médico vai indicar medicamentos antieméticos (contra náusea) para garantir a saúde da criança.
4. Tomo remédio por indicação médica, mas morro de medo que isso prejudique o bebê
A automedicação é um perigo para qualquer pessoa, ainda mais se ela estiver grávida. No entanto, alguns medicamentos, se usados com orientação médica, trazem mais benefícios do que riscos. É o que acontece com gestantes que sofrem de depressão, diabetes gestacional ou pressão alta, por exemplo. Mas, quem vai avaliar a necessidade de iniciar ou interromper um tratamento durante a gestação é o obstetra.
5. E se ele nascer com algum problema?
É um medo comum das gestantes, apesar das estatísticas a favor: apenas 4% das crianças nascem com alguma malformação. Em geral, elas são detectadas ainda no primeiro trimestre. Mesmo que o ultrassom aponte algum problema não é certeza absoluta de que algo vai mal. O exame é apenas um rastreamento, e não um diagnóstico.
Entre os fatores que aumentam a incidência de malformações estão a idade da mãe e o histórico familiar. Por isso, converse com o obstetra sobre os verdadeiros riscos no seu caso e assim, quem sabe, você não precisa ficar tão nervosa a cada exame.
6. Tenho medo de machucar o bebê quando faço sexo
Desde que não exista restrição médica, sexo na gravidez faz bem e não representa nenhuma ameaça ao bebê. Os únicos casos em que o obstetra pode proibi-lo, mas não é regra, são quando a mãe apresenta dilatação antes do previsto, placenta prévia ou risco de parto prematuro.
7. O parto vai doer demais...
A maneira como o parto normal é mostrado na TV e no cinema só piora a expectativa das grávidas em relação ao parto normal. No entanto, hoje em dia, os anestésicos aplicados ao longo do trabalho de parto reduzem – embora não eliminem por completo – a dor a níveis suportáveis. Converse com o obstetra para tirar todas as suas dúvidas e ter confiança em si mesma. Além disso, técnicas de relaxamento e de respiração, que costumam ser ensinadas em cursos de gestantes ou de preparação para o parto, ajudam bastante.
8. Tenho pavor de agulhas, não gosto nem de pensar na anestesia
Vai doer? Pode atrapalhar a evolução do parto? E se eu sofrer alguma reação? Todas essas dúvidas não têm razão de ser. Em primeiro lugar, fora a picada da agulha, não dói. Além disso, os analgésicos reduzem a dor, mas mantêm os reflexos e os movimentos da grávida. Quanto aos efeitos colaterais, podem causar dores de cabeça, vômitos e coceira. O risco de uma reação mais grave é de menos de 1% – e, ainda assim, pode ser revertido rapidamente no hospital.
9. Nunca mais vou perder os quilos que ganhei na gravidez
Quanto menos você engordar, mais fácil será recuperar o peso de volta. O ideal, para quem começou a gestação com o peso adequado, é ganhar entre nove e 12 quilos. Por isso, controle a dieta e faça exercícios físicos ao longo da gestação. Depois do parto, a amamentação também é uma ótima maneira de queimar calorias naturalmente (são 800 calorias por dia, em média!). E você pode retomar as atividades físicas – nem que seja passear com o bebê no carrinho – assim que o obstetra liberar.
10. Depois do parto, meu corpo nunca mais será o mesmo
O corpo muda mesmo depois da gravidez, mas não necessariamente para pior. Os seios, ao contrário do que se diz, podem até ficar mais bonitos, pois a amamentação completa o desenvolvimento das glândulas mamárias. Vale lembrar que flacidez não é “culpa” da gravidez (nem motivo para descartar a amamentação!), mas também consequência da idade. Algumas mulheres temem ainda que a região do períneo seja alterada, no entanto, os especialistas garantem que tudo volta ao normal meses depois do parto. Outra preocupação é a gordura acumulada no abdome. A dica, mais uma vez, é engordar apenas o necessário e praticar exercícios físicos. Mas não se sinta pressionada pelas celebridades que aparecem nas revistas sem barriga no pós-parto: voltar à forma de antes da gravidez pode levar de seis meses a um ano.
11. E se eu não conseguir amamentar?
Amamentar não é instintivo. Por isso, você já deve ter ouvido tantas histórias de mulheres que não conseguiram e ficou assustada. Mas raramente o motivo é fisiológico. Escolha um local tranquilo, cuide do bico dos seios e aprenda a pega correta (o bebê deve abocanhar o bico e parte da aréola, com o lábio inferior voltado para fora e o queixo encostado na pele da mãe). Peça ajuda em cursos de gestantes, ao obstetra, ao pediatra e às enfermeiras da maternidade. Como todo processo de aprendizagem, é preciso paciência.
12. Como vai ficar o casamento pós-gravidez?
Construir uma família é um exercício diário, que exige adaptação e flexibilidade. O casamento, obviamente, vai sofrer mudanças com a chegada do bebê. Afinal, a prioridade agora é outra. Tente encarar por esse ângulo: não está faltando amor, apenas tempo para colocá-lo em prática. À medida que seu filho crescer e ficar mais independente, porém, vocês podem encontrar, juntos, alternativas para retomar a vida a dois.
13. Será que vou dar conta de ser mãe?
Esse tipo de preocupação demonstra que você sabe o tamanho da responsabilidade que é ser mãe. Por isso, é um ótimo sinal. A origem está no medo do desconhecido. Lembre-se de que todos se sentem inseguros ao começar algo novo, como um emprego, por exemplo. Mas, com o tempo, o receio dá lugar à confiança.
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Fontes: Alexandre Pupo Nogueira, ginecologista e obstetra do Hospital Sírio-Libanês (SP); Eduardo Cordioli, ginecologista e obstetra, coordenador da maternidade do Hospital Israelita Albert Einstein (SP); Rita Callegari, psicóloga do Hospital e Maternidade São Camilo (SP)